Lares de Esperança emociona no Planalto Central
“Um dos meus convidados disse que nunca havia imaginado que os adventistas fossem tão amáveis, receptivos e humanos”, lembrou o Pr. Jaire Oliveira, de Brasília. Ele e muitos outros viveram a vibração e emoção do Lares de Esperança, ao receber amigos, vizinhos e parentes num almoço que pregou o evangelho através do altruísmo cristão. O dia foi 30 de maio, e o endereço foi cada lar adventista do Planalto Central.
A 40 km de Brasília, na cidade de Planaltina, o espaço foi insuficiente. Além de degustar o almoço oferecido pelos amigos, assistir o recado do evangelista da Conferência Geral, Pr. Mark Finley, e receber o livro ‘Sinais de Esperança’ de presente, houve um diferencial. Os convidados puderam assistir pessoalmente a mensagem do autor do livro, Pr. Alejandro Bullón. “Era tanta gente que preparamos o lado de fora da igreja e a quadra. Recebemos umas 1200 pessoas”, comemorou o Pr. Eduardo Vianna. “O Espírito Santo tocou no coração. Cerca de 150 pessoas atenderam o apelo. Agora as 50 duplas missionárias vão cuidar desses interessados, e em breve teremos frutos pelo batismo”, constatou.
Em Ceilândia Sul, DF, foram 350 famílias que participaram do projeto. Cerca de 400 DVDs e mil livros ‘Sinais de Esperança’ foram distribuídos para os interessados, segundo o pastor responsável pelo distrito, Mark Wallacy. Ele conta que quase todos os convidados aceitaram o convite para frequentar um Pequeno Grupo e iniciar uma série de estudos da Bíblia, como na igreja de Guariroba, que vai realizar mais de trinta estudos. “Sem dúvida veremos milagres acontecerem nas próximas semanas”, vibrou o Pr. Wallacy.
“Só se ouvia ‘foi uma benção, pastor, uma benção’. Eu sei, porque os meus convidados também ficaram maravilhados, e eu me emocionei”, disse o pastor de São Sebastião, DF, Élcio Wordell. “Nós estávamos orando por eles desde o ano passado, e foi muito bom quando aceitaram se reunir conosco semanalmente para estudar a Bíblia”, detalha. Em São Sebastião cerca de 80 casas abriram as portas. Cada uma delas teve de quatro a oito visitas, sendo que em diversos lares foram oferecidas refeições em horários alternativos, para atender os convidados de acordo com sua disponibilidade.
Na igreja da Asa Norte, de Brasília, foram aplicados os conceitos oração, ação e celebração. Na sexta-feira, 29 de maio, foi o momento da oração. As famílias se encontraram na igreja buscando a benção para a ação do dia seguinte. E, na tarde do sábado a igreja esteve cheia com a presença das famílias e seus convidados na celebração, que apresentou o musical com o quarteto Athus. Além da participação dos mesmos na série evangelística dirigida pelo Pr. Rúben Bullón, aos domingos.
“Em Santa Maria o foco foi a família. Realizamos três fortes semanas da família desde fevereiro, como preparação para o 30 de maio”, contou o Pr. André Gonçalves, responsável pelas igrejas da cidade. Os cultos do sábado pela manhã foram mais curtos, porque, segundo ele, os próprios pregadores alegavam que precisavam chegar mais cedo em casa, para receber os amigos. “Vários convidados iniciaram estudos da Bíblia no domingo mesmo”, disse.
Em Formosa, GO, foram 170 famílias totalmente envolvidas. O culto matutino, no 30 de maio, foi reduzido e direcionado. “Foi um culto muito musical, com a participação do quarteto Art’Som, de uma de nossas igrejas”, explicou o Pr. Marcos Nunes. E foi o mesmo quarteto que cantou o hino ‘Um pouco mais’, após a mensagem do Pr.Marcos, que enfocou a brevidade da volta de Cristo, que vai encerrar toda a dor e sofrimento. À tarde foi marcada pelos relatos a respeito da experiência com os amigos. “Eles se diziam muito surpresos sobre como é simples e emocionante testemunhar”, ele conta. E, no domingo ainda alugaram um clube às margens da Lagoa Feia, onde anfitriões e amigos se recrearam e onde vão se reunir para cursos de casais e gincanas, mensalmente.
No próprio escritório da Associação Planalto Central (APlaC) a participação foi marcante. O pastor geral, Jairo Torres, recebeu quatro famílias no sábado e domingo, 30 e 31 de maio. Ele explica que apenas uma, das famílias convidadas, já havia visitado a casa dele anteriormente. “Foi uma alegria imensa e um desafio também, já que a maior parte dos meus relacionamentos são com pessoas da igreja. Mas, essa foi a vez de receber vizinhos e a cabeleireira da minha esposa”, revelou. Ele ainda esperava outras pessoas, que não compareceram. “Agora vou comer a mesma comida durante uma semana, já que fizemos comida para muita gente”, brinca.

Jeanne Moura |